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  • Olavo Tercini

AS TECNOLOGIAS E O COMBATE AO CORONAVÍRUS

Atualizado: Set 30


Passando por um período de isolamento social devido à pandemia do novo coronavírus, atividades cotidianas como ir ao trabalho ou frequentar aulas tiveram que ser adaptadas para que a doença não se espalhe.


Pensando nisso, esse artigo reúne um panorama geral do que estamos enfrentando, além de exemplos de como novas tecnologias, desenvolvidas por universidades e grupos de pesquisa estão colaborando com o combate ao novo vírus.


O VÍRUS

O coronavírus, ou COVID-19 é uma doença infecciosa causada por um novo vírus, chamado SARS-CoV-2. Esse, apesar de ter uma baixa taxa de letalidade, por volta de 3%, ainda causa problemas respiratórios semelhantes à gripe e é altamente contagioso.


A máscara, descartável ou de pano, é uma das grandes aliadas no combate a transmissão do vírus.

A principal forma de contaminação, assim como a gripe comum, é através do contato com uma pessoa infectada. Seja por meio de tosse e espirros ou até mesmo por superfícies ou objetos contaminados, é possível que o vírus se espalhe.


Os sintomas são tosse, febre, e, em casos mais graves, dificuldade para respirar. A prevenção se dá de maneira simples: através de higienização das mãos com frequência, uso de máscaras, manter os ambientes bem ventilados e evitar tocar o rosto ou ter contato próximo (um metro de distância) com pessoas que apresentem os sintomas.


IMPACTOS

Além de afetar diretamente a saúde pública, a nova doença também tem causado grandes impactos sociais, econômicos, políticos, culturais e históricos nunca vistos antes na história recente das epidemias.


O isolamento social, uma das medidas de prevenção aplicadas, mudou completamente nossa rotina e nossa forma de ver o mundo. Além de valorizar atividades corriqueiras como ir ao mercado, por exemplo, a medida preventiva também gera impacto na saúde mental, causando medo e ansiedade.


Outra questão, também afetada pela pandemia, foi a infraestrutura. Atualmente o Brasil conta com 28 mil leitos de UTI habilitados no Sistema Único de Saúde (SUS). Esses estão espalhados desigualmente pelo país, pois segundo dados de 2017, apenas cerca de 10% dos municípios dispunham destes recursos.


Além disso, o avanço da doença levanta questões sobre a capacidade do sistema de saúde brasileiro, público e privado, a respeito de suportar a demanda de atendimento a tantos infectados. Considerando o fato de que casos mais graves podem demandar uma internação de até três semanas.


Tendo ultrapassado diversos países em números de mortos, o Brasil está em uma situação alarmante, com estados como Rio de Janeiro, Pernambuco, Ceará, Maranhão e Amazonas com lotação de cerca de 90% de todas os leitos disponíveis. Sendo assim, o país enfrenta uma superlotação da rede de saúde.


PESQUISAS E TECNOLOGIAS


Levando em consideração a fila de pessoas à espera de um leito, foram montados, em diversas localidades, os hospitais de campanha. Essas são estruturas temporárias localizadas em amplos espaços como estádios de futebol ou centro de convenções. Um exemplo é o estádio do Pacaembu, que conta com 200 leitos, enquanto o Complexo Anhembi tem previsão de receber 1.800 leitos.


Ao mesmo passo que esforços não são poupados na construção dos hospitais de campanha, as universidades também colaboram com pesquisas a fim de conhecer o novo vírus para desenvolver vacinas.


Países do mundo todo estão na corrida para a elaboração da vacina para o novo COVID-19.

O Brasil foi o primeiro país a anunciar o sequenciamento do novo coronavírus, em um tempo recorde de 48 horas. Este feito foi realizado por pesquisadores do Instituto Adolfo Lutz e das universidades de São Paulo (USP) e de Oxford (Reino Unido). A partir do sequenciamento, temos informações capazes de ajudar na produção de vacinas, na criação de tratamentos e no desenvolvimento de diagnósticos mais precisos.


Além disso, com tecnologia 100% nacional, pesquisadores da Unicamp e da USP criaram um teste rápido para o novo coronavírus, que dura cerca de cinco minutos e tem um custo de R$40, metade do valor de equipamentos importados e, para isso, contaram com a ajuda de um programa de inteligência artificial.


Dessa forma, a tecnologia tem grande papel no combate à crise, desenvolvendo equipamentos que facilitem o diagnóstico ou tratamento. Respiradores, por exemplo, são essenciais pois são máquinas que ajudam os pulmões a inspirar e expirar quando o paciente não consegue operar seu sistema respiratório com normalidade. Outro exemplo de extrema importância são as impressoras 3D. Essas são utilizadas para a produção de peças de produtos médicos hospitalares, como válvulas para respiradores e protetores faciais.


PROJETOS MECÂNICOS E O COMBATE À CRISE


Ao passo que nos vemos em uma crise de saúde, também estamos passando pela crise em outros setores da economia. Indústrias e escritórios fecharam as portas, e assim, a produção caiu, como também a demanda, porque a preocupação dos consumidores agora é outra: evitar gastos além do necessário para passar por essa crise com o menor prejuízo possível.


Pensando nisso, o escritório de Projetos Mecânicos da Pro Junior está unindo esforços para ajudar no combate à crise. Através do desenvolvimento de produtos, conseguimos inovar com soluções para problemas específicos em que não há uma alternativa no mercado para sanar essa necessidade que pessoas da área da saúde podem estar passando.


Diversas indústrias estão realizando adaptações em suas linhas de produção para colaborar no combate a crise.

Um exemplo são empresas fabricantes de bebidas ou perfumaria e cosméticos, que pretendem se adaptar para a produção de álcool em gel, sabonetes e máscaras. O escritório oferece soluções em projetos de máquinas e equipamentos, além do plano de manutenção dos mesmos.


Por meio do trabalho é possível desenvolver máquinas e equipamentos de forma personalizada, criadas conforme especificações e necessidades do cliente. Além de criar projetos para atender a dificuldades enfrentadas no cuidado de pacientes, como por exemplo o desenvolvimento de elevadores automatizados de pacientes acamados.


Levando em consideração os efeitos dessa crise e o impacto avassalador em questão de saúde pública, estamos unidos, diante desses novos problemas, para encontrar novas soluções e comprometidos com a missão de ajudar uns aos outros e buscar um Brasil melhor.


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